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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens.

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Não gostei do Lady Bird, nem do La Casa de Papel

12.03.18

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É, pessoas, não gostei nada, nadinha, niclas! Rien!
Com o Lady Bird não consigo entender toda a loucura à volta da coisa, menos ainda a nomeação para o Oscar de Melhor filme! Não porque os actores sejam maus, porque não são. O filme é óptimo para um domingo à tarde, quando se está no sofá a procrastinar e o sono da sesta não chega! Que miudinha irritante, tão cheia de drama parvo de adolescência e caprichosa. Os pais não têm dinheiro, mas ela quer porque quer, porque quer e tem. Grande mensagem! Não que o filme tenha que educar ou ter mensagens positivas, mas é apenas mais uma coisa para (eu) embirrar! Eu, que não acredito na palmada educacional, só tenho vontade de gritar "Lady-bird Isabel, tu vai já po-teu quarto de castigo, antes que leves duas bofetas bem dadas nesse rabo! Tu-no-mi-nerves pá!"

 

Outra desilusão foi a Casa de Papel - ainda mais porque vi tudo até ao final e ainda nem acredito que perdi horas de vida com aquilo. Juro-vos, consumiu-me os nervos! Tantas pontas soltas, tanta sorte, tudo tão ao último minutos e depois, o dramalhão! Quanto drama, horror e parvoíce junta! Volta novela! Aquela Tokio que faz logo a primeira asneira, aqueles amores de revirar olhos (a Inspectora e o cabecilha: really? A refém e o raptor - opah!!! Os dois raptores: não me fooooood€#!). A história é boa, cheia de potencial, tem revira-voltas que prendem, mas há ali tanta xaropada, que chegou a um ponto que não aguentava mais e era seguir as cenas para a frente - ontem papei os três últimos episódios em uma horita ou menos, porque era sempre a andar para a frente!