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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens.

Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens.

A Igreja, o Bloco e Jesus que tem dois pais

26.02.16 | Maria vai com todos

 

Lá vamos nós... outra vez! A Igreja afrontada, os ofendidos do costume a dizer "é demasiado!" e o Bloco a provocar para chamar a atenção (e a celebrar) - e pelo meio, felizmente, a lei a ser aprovada!

E sabem que mais? Isso é bom, porque significa apenas que vivemos num país onde cada um tem o direito à sua liberdade de expressão, de se indignar, de se manifestar, de apoiar, de achar graça! E amigos, isso é bom, e é a democracia no seu melhor! Viva!

Obviamente, que o Bloco de Esquerda sabia que ia provocar. Agitar.
Obviamente, que os beatos iam ficar ofendidos. E os bispos e os padres e as freiras.
Obviamente, que isto ia dar barulho, mas não era esse o objectivo? Pôr as pessoas a pensar não é isso mesmo? Sejamos francos, um católico que siga e respeite as leis da Igreja, acredita que Maria e José eram um casal, certo? Acredita também que o Espírito do Santo engravidou Maria, sem relação carnal, sendo ela virgem no momento da concepção. Esse bebé, acreditam eles, é Deus. Os católicos aceitam isto, tal como José aceitou. E segundo a Bíblia, Jesus era também carpinteiro como o pai - o pai José, porque Deus-todo-habilidoso é o criador. Não há mentira no cartaz, nem maldade.

Indignem-se à vontade pessoas.
Riam-se também.
Assinem petições.
Partilhem a anedota com os amigos.

Agora o que não façam é pedidos de censura ou boicotes ao cartaz, para que não sejam publicados ou retirados. Ser Charlie é isto e a liberdade é isto também.
E, por favor, nem comecem com a história do "há limites". Lamento, mas não há. Se vamos começar a discutir, cada um tem os seus definidos. Há quem não tolere piadas sobre o cancro (e está no seu direito) e há quem se ofenda com anedotas sobre o Joãozinho!
Se aceitamos o argumento do "deve haver limites", temos que aceitar também a ideia que um dia, em algum momento, alguém ou alguma identidade venha dizer "isto, pode", "isto, não pode"... e se olharmos ao passado, já sabemos como acabam estas histórias - ele foi a Inquisição, ele era o queimar livros judaicos, ele era o lápis azul! Assim que amigos, ofendai-vos como Jesus vos amou!

 

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As imagens de protestos mais icónicas

25.02.16 | Maria vai com todos

Liberdade, Igualdade e Fraternidade em 1789

 A Revolução Francesa, claro está! A mãe de todas as revoluções. A base do que mais preservamos, mesmo tantos séculos depois: igualdade, liberdade e fraternidade. Também triste, por pensar que tantos anos depois ainda não é uma conquista, mas uma luta diária! E aí está ela, linda e poderosa, sem pudores, sobrepondo-se a armas ou aos mais privilegiados!

 

 

 Rose Parks, 1955

Rose Parks foi a costureira que se recusou a dar o seu lugar num autocarro dos EUA. Detalhes: ela era negra, o homem que reedificava o lugar (por direito) era branco e estávamos em 1955. Nesta altura, nos Estados Unidos vigoravam as leis da segregação. Rose foi a gota de água de um movimento que estabeleceu, no papel pelo menos, o direito à igualdade de todos os cidadão e que terminou com as medidas segregacionista vigentes na época - por exemplo: brancos e negros não usavam as mesmas casas-de-banho ou frequentar as mesmas universidades. 

No outro dia li, que a primeira actriz negra a ganhar um Oscar (1940), a actriz Hattie McDaniel, que interpretava a ama/empregada de Vivien Leigh, a Miss Scarlet de E Tudo o Vento Levou, durante uma cerimónia estava sentada numa pesa à parte e não na mesa principal, onde estavam sentados os atores do filme.

 

 

Jogos Olímpicos, 1968

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E treze anos acontece isto, recordando ao mundo que nada mundo. Continuava existir racismo e opressão!

 

 

25 de Abril, 1974

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Eu acho sempre que romantizamos mais o 25 de Abril, do que aquilo que foi na realidade. Mais do que tudo, foi uma revolução militar, de gente fartinha da Guerra Colonial - e com razão. Mas caramba, há algo de bonito em conseguir derrubar todo um sistema fascista, sem mortes pelo meio e com flores na lapela e nos canos das pistolas. Viva o 25 de Abril! Viva a revolução! Viva!

 

 

Sunday Bloody Sunday, 1983

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Não sei se a foto foi tirada nesse domingo tão sangrento, nem nesse ano. Mas representa a luta pela independência da Irlanda do Norte. E sobre isso, os U2 é que sabem!

 

 

Tiananmen, 1989

1989, na China, um jovem anónimo fica em frente aos tanques da Partido Comunista chinês, obrigando-os a desviarem-se. Os tanques dirigiam-se à Praça Tiananmen com o objectivo de colocar um ponto final às manifestações pacíficas, contra o governo Chinês, acusado de corrupção e opressão.
Cerca de 800 mil pessoas morreram, a imprensa internacional foi expulsa da China e a repressão continuou, mas depois desta foto, o mundo não pode ignorar mais o que se passava na China. 

Para mim, esta é das fotografias mais bonitas de sempre. Imagino, este senhor a acordar para mais um dia, a ir trabalhar e a voltar para casa. Pelo caminho, ainda vai às compras, quando se dá conta da parada. E manifesta-se. Assim, de simples e de fácil!

#AnoGisberta

24.02.16 | Maria vai com todos

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Tive de retomar três vezes esta reportagem do Observador. Tanta coisa a falhar: a sociedade, a tolerância, as instituições, as ONG's. Se a Justiça falhou? Não sei, sinceramente. O crime foi cruel e indescritível, mas a história de cada um daqueles jovens... adolescentes na maioria? Desculpa? Não. Merecem uma oportunidade? Acho que sim. Mas e que respostas demos todos nós à Gisberta? Não só depois. Não só durante. E antes do crime?

 

Dez anos depois, espero que estejamos todos um bocadinho melhores.

Ich bin ein Berliner

24.02.16 | Maria vai com todos

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E ainda dizem que os alemães não têm sentido de humor! O vídeo foi feito pela BVG, a empresa que gere os transportes públicos de Berlim e, acreditem, quem vive/visitou Berlim vai entender tãaaaaao bem este vídeo! É que o metro de Berlim é isto! É toda esta gente!

 

 

Matar por amor

18.02.16 | Maria vai com todos

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Entendo o desespero, a aflição e o medo. Entendo que há doenças, vozinhas na cabeça incontroláveis e com vontades mais fortes do que a razão. Por vezes, há também ciúme, dependências afectiva. 

No entanto, parece-me importante acabar com esta ideia do "matar por amor", não se mata por amor! Matar não é um gesto romântico. Matar não é justificável, nem aceitável. E o amor, desculpem, mas o não é nada disso!

Sobre Liliana Melo

17.02.16 | Maria vai com todos

 

Desde 2012, que Liliana Melo não vê os filhos. Os sete filhos. O mais novo tinha seis meses e o mais velho, sete anos.

As crianças foram-lhe retirados, por se considerar que havia negligência. Justo. Havia questões de higiene, escolares, um pai ausente, etc. Pelo meio, houve ainda o ridículo, de exigir que a senhora laqueasse as trompas. 

Não vou questionar a decisão das autoridades competentes, porque não sei o suficiente sobre o caso. No entanto, há coisas que têm de ser questionadas.

Como é que é possível, que as tais "autoridades" competentes separem os sete irmãos, colocando-os em instituições diferentes?

Como é que é possível, que as tais "autoridades" competentes sinalizem as sete crianças como passíveis de ser adoptadas? Não havia sinais de violência e, claramente, esta mãe gosta e quer os seus filhos, não tendo dado tal permissão.

Como é que é possível, que as tais "autoridades" competentes nunca tenham permitido que esta mulher visse os filhos ao longo destes mais de três anos?

Quando ela os voltar a ver, espero que em breve, o mais novo terá três anos e nenhuma memória ou laço afectivo com a mãe. O mais velho já vai ter dez anos! Um pré-adolescente.

 

E a questão é, será que se a Liliana fosse Portuguesa e branca isto aconteceria?

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou hoje a decisão ilegal e censurou-a, alegando que não foi tido em conta o interesse superior das crianças. O direito à presença, mesmo que regulada e acompanhada da mãe, o direito a crescerem em família e com os irmãos!
Aguardam-se os próximos capítulos.

 

 

A burocracia mata. Não são só as mães

16.02.16 | Maria vai com todos

Houve queixa de violência doméstica.

Houve uma sinalização por suspeita de abusos de menores.

Em Novembro.

Houve uma mulher. Uma mãe a atirar-se ao marcom duas crianças. Uma de quatro anos e a outra de 18 meses.

Houve um corpo encontrado.

Há um corpo desaparecido.

Há uma mulher. Já não há uma mãe. E talvez já não haja mulher. Só vazio.

 

Parece que a burocracia também mata. Não são só as mães. Ler mais AQUI.

Por que é que o julgamento de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho interessa a todos nós?

16.02.16 | Maria vai com todos

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1. Violência doméstica é crime público.

 

2. Manuel Maria Carrilho já foi Ministro da Cultura. Tentou até ser Presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Ou seja, não é apenas uma personalidade pública. É alguém que em determinado momento assumiu um cargo público, representou Portugal e foi pago por isso. Pago pelos contribuintes. Por nós. O assunto deve ser tratado na privacidade do tribunal, mas eu, como contribuinte e cidadã tenho todo o direito de saber se o senhor é ou não culpado. Até porque no futuro, não me interessa votar ou ter como representante alguém acusado por um crime deste género.

 

3. Ao fazer conferências de imprensa e dar entrevistas sobre o caso, insultando e, segundo o tribunal, difamando a ex-mulher, Manuel Maria Carrilho deixou bem claro que este era um assunto parece ser tratado em praça pública. Não houve pudor nem por ele, nem por ela, nem pelos filhos.

 

4. Ambos são figuras públicas e, obviamente, o caso ganha dimensões mediáticas, mesmo com sensacionalismos à parte. O que aconteceu ontem, com a juíza a emitir juízos em plena audiência, a tratar a alegada vítima pelo nome (em contraste com o pomposo "senhor professor"), entre outros "episódios"; já para não falar do tempo que demora e o arrastar do julgamento, permite-nos, aliás, obriga-nos a fazer uma análise crítica sobre os julgamentos de violência doméstica em Portugal. E claramente urge uma reflexão sobre os mesmos.

Jamais me passaria pela cabeça que uma juíza se comportasse desta forma e que comentários como estes fossem usados para com uma (alegada) vítima durante uma audiência. Se isto acontece com uma figura pública e num julgamento mediatizado, o que não passará noutros casos? E quem é que defende e dá voz a estas vítimas, homens ou mulheres?

 

5. Os "juízes de Facebook" valem o que valem. Mas não deixa de ser triste ver os comentário!. Bla bla bla, falamos de um alegado crime, nada foi provado, todos somos inocentes até prova contrária! Mas como se pode destilar tanto veneno, agressividade e crueldade quanto a uma presumível vítima? Só porque é bonita! Ou famosa! Ou rica! Desde quando é que por se ser rica/gira/famosa, um crime passa a ser menos violento ou mais aceitável? Mais: por que razão tem esta ou qualquer outra mulher de ser agredida uma e outra vez mais?

Ainda mais quando o (alegado) agressor, sem qualquer tipo de pudor a agride de todas as formas possíveis verbalmente. Sim, meus amigos, violência psicológica é também crime. Que tipo de pai, vem a público e marca conferencias de imprensa, para dizer que a mulher é isto e aquilo? Ninguém o cala? Ninguém lhe faz perguntas?

 

6. Já agora, que se faça também uma reflexão sobre a cobertura mediática feita ao julgamento. Não existe uma comissão de ética ou os jornalistas esqueceram-se de uma coisa chamada Código Deontológico do Jornalista?

 

Na minha opinião, Manuel Maria Carrilho tem o típico perfil de um agressor. Alguém com uma suposta imagem imaculada, o pai perfeito, o intelectual. Este senhor mesmo confrontado com uma queixa crime não para, tentando convencer-nos a todos de que ele é o bom e ela a má. E ela, a (alegada) vítima ali continua: calada. Acho que no dia que Barbara Guimarães decida falar do assunto, algo que talvez nunca venha a fazer, ela vai conseguir quebrar muitos tabus. Acredito que não seja fáci,l para alguém que vive da imagem (bonita e com a família perfeita) denunciar. Até porque isto não se trata de gostar ou não dela ou de achá-la gira ou não. Neste momento, Barbara Guimarães representa todas as vítimas de violência doméstica. E por todas elas, é importante que se faça justiça. Caso contrário, mais mulheres ficarão caladas e sofrerão no silêncio e na solidão. Em 2014, 35 mulheres morreram em Portugal. São muitas

Poupar para viajar

11.02.16 | Maria vai com todos

Para não dizer todos, direi quase toda a gente que eu conheço, diz que gostaria de viajar. De ir a A, B ou C. Mas há sempre um "mas" e esse "mas" está relacionada com falta de dinheiro e/ou tempo. O segundo eu entendo, mas quanto ao primeiro... há de fato muitas formas de poupar dinheiro para viajar. Da próxima vez que perguntares a alguém "Como é que tens dinheiro para tudo isto!", pensa que essa pessoa POUPA - não, nem todos viajam financiados por pais ricos ou empregos milionários! E note-se, quem o faz, não é menos viajante por isso!

Além disso, viajar é também descobrir ou explorar novos locais. A primeira viagem não precisa de ser ao local de sonho. Eu tenho adiada a Patagónia, a Islândia, a Nova Zelândia e Madagáscar, por saber que são viagens caras, que para já não possa fazer. O que significa que até lá, não possa ir a outras.
Vamos ao ponto? Aqui ficam dicas para poupar e viajar.

 

1. Evitar a terceira cerveja, adiar o segundo cigarro

 Não sou radical. Acho que se pode sair, estar com amigos e ir beber copos e poupar na mesma. Mais barato do que a discoteca é fazer festa em casa! Faz mesmo falta beber cinco cervejas ou fumar cigarro atrás de cigarro? Vamos moderar.

 

 

2. Compras inúteis? Não, obrigada

 Há uma serie de coisas que compramos todos os dias que não nos fazem tanta falta assim: mais um vestido, um novo casaco, um jogo para a PlayStation, etc. Evitar impulsos, ter as prioridades claras. E pensar: estas calças custam 10 euros. Se eu vou ao Camboja, com esse dinheiro consigo pagar duas noites num hostel - ou até mais, acreditem! 

Fazer esta conversão e dar um novo valor ao dinheiro é das melhores formas para poupar. Foco! Foco!

 

 

3. Andar com o farnel atrás

comida.jpgDesta forma evitam-se os almoços fora do trabalho e gastos. Se pensares bem, não te limitas a pagar um almoço, ele é a bebida, mais um docinho e um café. Multiplica por cinco vezes por semana, quatro semanas por mês e faz as contas. Imagina o quanto podes poupar!

Além de comer menos fora de casa, anda com fruta, bolachas e iogurtes atrás. Assim evitas o bolinho nas pastelaria ou gastar um euro numa garrafa de água. Todos os cêntimos valem, sobretudo quando pensas nas deliciosas comidas (e baratas) que podes comer por esse mundo afora.

 

 

4. Dar descanso ao carro

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                                               Pai, na Tailândia

Eu entendo que para muita gente o carro é mesmo a única forma de transporte, mas custa-me acreditar que em muitos casos não haja alternativas. Já pensaste em ir de bicicleta? Ou dividir o carro com amigos ou colegas de trabalho? E ao fim-de-semana, faz assim tanta falta ir de carro tomar um café, só para evitar subir o Chiado?

 

 

5. No supermercado...

 Organiza-te. Decide previamente o que vais comer em cada dia e chega ao supermercado de lista em punho e não te deixes cair em tentação, aka doces, chocolates ou bolos. Limita-te ao que realmente precisas e perde uns minutos a comparar preços, optando por produtos de marca branca, por exemplo.

 

 

6. Traçar um plano alternativo de poupança

poupar viajar.png

Há vários na Internet. Escolhe um plano de poupança REALISTA, que possas cumprir, imprime-o e segue-o à risca. Saber que em um ano ou em meio ano, já angariaste X é sempre uma motivação.

 

 

7. Repense os seus gastos

 Será que faz mesmo sentido gastar mais de metade do salário na renda da casa? Não será melhor repensar opções para poder poupar um pouco? E se vê duas horas de TV por dia, valerá mesmo a pena pagar a TV por cabo? O mesmo com o telefone fixo. 

Outro exemplo: o ginásio. Diz a verdade, pagas 60 euros por mês e vais lá... duas vezes ao mês? Opta por fazer desporto ao ar livre, junta-te com amigos e poupa esse dinehiro.
Repensa nos teus gastos diários mensais e diários e reflecte sobre como poderás melhorar e, mais importante, poupar.

 

 

8. Um part-time?

 Sim, por que não? Escreve uns artigos para receber uns trocos extra! Ou dá aulas/explicações! Arranja um trabalho num bar!

 

 

9. Vende-se!

 Está em casa? Olhe à sua volta! Precisa de tudo isso? Qual foi a última vez que usou aquele caso de Inverno? Ou a panela de pressão? Livre-se de coisas inúteis e ganhe dinheiro com isso. Além dos vários mercados onde pode vender as coisas que não necessita, pode sempre juntar-se a amigos e fazer uma venda conjunta. Outra opção são sites como o OXL, por exemplo.

 

 

10. Dinheiro extra!!

POUPA-O. Entendeste, poupa-o!!

 

No momento de planear a viagem há também várias formas para poupar dinheiro. Sê realista, procura países que te interessem e que ao mesmo tempo sabes que poderás pagar. Evita agências. Vivemos no tempo da Internet, pesquisa por ti. Procura hosteis baratos, viaja de comboio, compra no local, em vez de reservar online e, muito importante, compra o voo com cerca de 90 dias de antecedência.

 

 

 Também DURANTE A VIAGEM PODES POUPAR!

No que toca ao alojamento, pesquisa online e sobretudo, no local, perde uma meia hora a visitar locais, à procura do mais barato. Afinal, só lá vais dormir, não é verdade? Mas se estás interessado em mais dicas, clica aqui.

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