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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

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Turismo parvo ou ser servido por uma pessoa negra vestida de escrava

Sabem aquelas notícias que nos fazem pensar “Fodeu! Vamos e deixamos este mundo?" Esta é UMA delas. A sério, onde anda o bom senso?

No Brasil, não muito longe do Rio de Janeiro, no Vale do Paraíba fluminense, há uma fazenda aberta a turistas que querem brincar à escravatura. Mas calma, porque a ideia não é brincar aos escravos, mas sim aos brancos, donos de fazenda que os escravizavam. No pacote, vem incluido uma tour feita pela dona da fazenda, vestida à época, que tem consigo duas senhoras negras que, diz ela, interpretam duas escravas negras e, claro, servem os visitantes e recebem ordens!

 

Não ao mesmo nível, mas igualmente parvo, só quando estava eu em Auschwitz, um dos maiores campos de concentração no sul da Polónia, quando na câmara de gás (onde os visitantes podem entrar para visitar) um guia, que acompanhava um grupo, começou a fechar a porta. Dizia ele que era “para as pessoas sentirem o mesmo que as vítimas”!

 

Epah!! A sério? Não me lixem!

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