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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

Madrid me mata e/ou coisas de (e)imigrante

Tomei uma decisão! Se há coisa que me chateia no bairro/cidade onde vivo é a sujidade. Valha-nos que todos os dias, as ruas são limpas, mesmo assim irrita-me (solenemente - para ser mais precisa) a sujidade: um pacote de batatas aqui, um plástico acolá, um lenço de papel além!

Igualmente irritante é o xixi, ou melhor, o cheiro do dito cujo.
Em Madrid o que não falta são bares, cafés e restaurantes e todos com donos e empregados fixes, que deixam entrar quem quer para ir fazer um xixizinho.
Mesmo assim, uma grande parte da população (masculina!) opta pelos cantos junto aos caixotes do lixo, pelas paredes, pelas rodas do carro,...

Este está bem longe de ser um acto nocturno, sendo bem comum durante o dia e praticado por machos de várias idades. Tudo começa com a mãezinha a agarrar no pirilau do pequeno petiz, em plena rua e a colocar a criança a fazer xixi e depois, claro, é vê-los aos 13, 19, 31, 70 e mais anos a seguir o procedimento, quais crias bem educadas!

Foi por isso, que há cerca de duas semanas tomei uma decisão e cada vez que vejo alguém a mijar (sim, assim, de bruta mesmo) na rua, fico-me a olhar. Encaro, para ser mais exacta!

A coisa só não é 100% efectiva, porque uma vez que começa a brotar, a urina não para, mas dá gosto vê.los, a rodar 90 graus de pénis em riste. A ver se aprendem! Ou eu - que qualquer dia isto acaba mal para o meu lado!