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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

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Raios partam os vegan

Captura de ecrã 2017-01-17, às 17.24.25.png

 

No outro dia, no trabalho alguém fez um bolo de chocolate. Lá fui eu, toda lampeira, e kohorror!!! Sai diabo. Era um bolo de chocolate vegan e sabia mesmo mal. Ok, posso viver com isso, traumatizada, mas posso! Depois foi a bolonhesa, vulgo ragú, vegan. A sério: bolonhesa vegan?! Se aquilo sem a carne é um mero molho de tomate com cenoura e este nem cenoura tinha! Todavia, foi preciso um pastel de nata vegan para eu ir aos arames! A sério? Um pastel de natal? Vegan? Um pastel de nata sem ovos?

 

Eu só toda a favor da comida e dos movimentos vegan também. Acho de louvar que haja cada vez mais consciência com a comida e, sobretudo, com a industria alimentar. Ando há uma vida a adiar/evitar o documentário Cowspiracy, porque sei que não vou aguentar. Não vou descobrir nada de (muito) novo, acho, mas ainda não sei se estou preparada para mudar de forma tão extrema os meus hábitos alimentares - até, porque gosto MUITO de comer. Dá-me prazer, o que querem! Até lá, tento ser consciente: menos carne, estar atenta à qualidade dos produtos e à sua origem, etc.

 

Mas não me lixem! Amigos vegan, por favor, inventem as vossas receitas. Não lhe chamem bolonhesa vegan, chamem-lhe La la la de tomate. Não digam que é um pastel de nata, mas sim um Pastel Mimimi! Criem coisas novas, dêem-lhes nomes novos. Fora com as adaptações ranhosas! Não deixem uma pessoa ir ao engano, pois frustra. Imaginem, daqui a uns anos, alguém dizer “A minha comida favorita é um La la la de tomate” ou “Caía-me mesmo bem um Pastel Mimimi com um café!”. Fixe, não era? Era pois!

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