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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

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Esta coisa das gajas serem cabras umas para as outras

 

Começo por dizer que me aborrecem estes generalismos. Eu acredito que as pessoas são cabras umas para as outras. Acho mesmo que há dentro de cada um de nós uma tendência para a filha-putice. E verdade seja dita, bem aplicada, até é saudável.

 

A quem vem isto a propósito?

No outro dia li um título parecido com o deste post aqui no Sapo. Ainda abri o texto para o ler, mas mteram-se umas quantas mil coisas a meio e nunca mais me lembrei do texto, nem o consegui voltar a encontrar. No entanto, o titulo ficou aqui a martelar.

 

As mulheres são cabras enquanto chefes, enquanto os homens são poderosos. Uma mulher vingativa, já o homem dá uma lição. Os homens que me rodeiam dizem que o Trump é uma besta; se fosse a Hillary, ela possivelmente acabaria por ser acusada de histérica. Se para as mulheres ser competitiva significa a luta pela mais bonita lá do burgo ou a mãe com o filho mais prendado, no caso dos homens é querer ser o número um no emprego - e isso, nunca, nunca é mau para eles, já para elas... umas cabras ambiciosas, já se sabe!

Por isso, amigos, não. As gajas não são cabras umas para as outras. As gajas ou não são cabras de todo ou podem ser cabras para eles e para elas. Assim, só porque sim!

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