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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

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Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

Curiosidades sobre Lisboa

O primeiro museu da cidade, foi o Real Museu da Ajuda, fundado em 1772.

 

 

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Alfacinhas, mas porquê?
A palavra "alface" tem origem árabe e conta-se que em Lisboa, se plantavam muitas nessa altura. Outra história, foi que durane um cerco à cidade de Lisboa, os Lisboetas foram forçados a uma dieta vegetariana obrigatória e comiam... alfaces.

 


Os candeeiros da Ponte Vasco da Gama são ligeiramente inclinados, de modo a não incomodarem os pássaros.

 

 

Em 1755, um sismo com origem no mar e de magnitude de 8,5, matou mais de 30 mil pessoas. Toda a baixa foi destruída. A reconstrução ficou a cabo do Primeiro-Ministro da época, o Marquês do Pombal, que projectou uma nova baixa, moderna, de arquitectura neoclássica, típica do século XVIII. As ruas são amplas, os edifícios altos e materiais resistentes. Era o advento da Revolução Industrial. A Avenida da Liberdade (primeiramente baptizada como "Passeio Público") faz lembrar os Champs-Élysées e não, não é mera coincidência! Ainda hoje, a zona da baixa e do Rossio é conhecida com Baixa Pombalina.
Os edifícios foram dos primeiros a ser construídos à prova de terramotos. Conta-se que para testar, as tropas tiveram de que marchar, de modo a replicar as vibrações sísmicas, testando assim a capacidade e a resistência das construções.

 

 

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Aquilo que é hoje o Parque das Nações, durante muito tempo foi uma lixeira a céu aberto. A zona oriental de Lisboa estava abandonada, com velhos armazéns e havia até uma matadoiro sem uso. A Expo'98, cujo tema principal eram os oceanos, foi o pretexto para a recuperação e reabilitação daquela zona - hoje uma das mais caras e luxuosas da capital.

 

 

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A primeira referência às sete colinas de Lisboa, é feita no livro "Livro das Grandezas de Lisboa", escrito no século XVII, por Frei Nicolau de Oliveira, que comparava a fundação de Lisboa, à de Roma, também assente em sete (perfeitas) colunas.

E elas são:
São Jorge: onde está o castelo.
São Vicente: em Alfama e onde está o Convento de São Vicente de Fora.
São Roque: com vistas para o Castelo de São Jorge e que por causa do Miradouro de São Pedro de Alcântara, acabou por ser popularizado com esse mesmo nome.
Santo André: na freguesia da Graça.
Santa Catarina: mais conhecido por Adamastor, devido à estátua com o mesmo nome.
Chagas: onde está atualmente o Largo do Carmo.
Sant'Ana: onde agora fica o Largo da Anunciada, com fim no Largo do Martim Moniz e Praça da Figueira.

 

 

Dez metros é tudo o que separa o Cristo Rei Brasileiro e o Cristo Rei Português, sendo o Brasileiro maior. Diz-se também que foi uma prenda para os lisboetas e por isso, foi colocado na outra margem.

 

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"Obras de Santa Ingrácia": esta expressão popular é usada para falar sobre uma construção demorada. Isto, porque a Igreja de Santa Ingrácia demorou (prepare-se!) 335 anos a ser construída! Coisinha pouca!

 

 

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A 25 de Abril de 1974 um golpe militar derrubou a ditadura do Estado Novo. O período fascista em Portugal, foi encabeçado por Salazar, porém, na época o dono-daquilo-tudo era Marcelo Caetano. O golpe militar foi levado a cabo pelo MFA (Movimento das Forças Armadas) e ficou conhecido por Revolução dos Cravos, pois para celebrar, a população ofereceu cravos vermelhos aos militares, que eram depois colocados nas espingardas.
O golpe teve lugar no Quartel do Carmo, bem no centro de Lisboa e ainda hoje as canções Grandola Vila Morena de Zeca Afonso ou Depois do Adeus de Paulo de Carvalho são duas referências musicais.
Um ano mais tarde, em 1975, Jean-Paul Sartre e Simone Beauvoir impressionados com a revolução pacífica de Portugal, visitaram o país.

 

 

O Estilo Manuelino é o único estilo arquitectónico  verdadeiramente português. Uma das suas características é a existência de motivos decorativos relacionados com o mar e com os Descobrimentos. Por exemplo, sabia que na fachada Oeste da Torre de Belém, há a cabeça de rinoceronte?
O mesmo rinoceronte era uma prenda de D. Manuel II ao Papa Leão X, mas o navio acabou por naufragar e o bicho por morrer. A imagem ficou para a posteridade.