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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

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As redes sociais e o braço da Daniela Ruah

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Daniela Ruah foi ao cabeleireiro e publicou uma fotografia no Instagram. Nada de novo, estamos em 2017. Na foto ela aparece de olhos fechados e na legenda ela escreveu:

 

“Fell asleep at the hairdresser and someone took a pic... hate when that happens! --- Adormeci no cabeleireiro e alguém tirou uma foto... odeio quando isso acontece!”

 

Detalhe: no espelho dá para ver que foi ela mesma quem tirou a foto, já que se vê o reflexo dela mesma a segurar o telemóvel. Depois do drama que foi com o Cristiano Ronaldo, quero aqui referir que não estou a julgar a Daniela, nem quero criticar. Que a menina e moça seja feliz. Vejamos isto como uma anedota.

 

A minha refelxão aqui, e foi nisso que me pus a pensar, é até onde vamos na construção da nossa vida nas e para as redes sociais? Acho que a este ponto, todos temos claro que o que vemos nas redes sociais, seja no Facebook, no Instagram ou em qualquer outra rede são meros fragmentos da realidade.

Há quem critique a pressão da perfeição imposta pelas redes sociais. Todavia, sejamos sinceros, será que teríamos interesse e/ou pachorra até para momentos tristes, indecisões, depressões ou ansiedades alheias?! Além disso, até que ponto é que não é banal expor dessa forma os sentimentos de cada um? Bons ou maus! Felizes ou tristes?

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