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Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

Maria vai com todos

Estórias. Histórias. Pessoas. Sítios. Viagens. Istambul. Riga. Cinco anos em Madrid. E agora Berlim.

A Barbie

Eu era daquelas que adorava a Barbie e brincava às Barbies horas e horas felizes.

Entendo, agora, os comentários que toda a gente fez à Barbie. Lourinha, corpo (im)perfeito a puxar o irreal, o cor-de-rosa, etc.
Todavia, para mim, a Barbie era a maior. Ela tinha ido à lua, era veterinária, nadadora salvadora, médica, polícia, etc. E era sempre espectacular em tudo o que fazia e, o melhor, parecia que ela podia fazer tudo! Não havia nada que não lhe fosse possível!

E quando eu brincava às Barbies, então, era mesmo espectacular. É que comigo, ela conseguia ainda fazer mais coisas: salvava o mundo, lutava contra dinossauros, era mais rápida a resolver crimes do que o Action Men, divorciava-se e tornava-se presidente da empresa. A Barbie fazia tudo e tudo podia!

Agora, eu entendo, mas entendam que para mim, como se calhar, a Barbie, foi à sua/minha maneira um grande simbolismo feminista.

Em todo o caso, fico feliz por a Mattel ter também percebido isso!